FÁCIL, AONDE?



Editorial


A fácil está cada vez mais difícil isto é o que todos já sabem. O assunto corre como tantos outros e aquilo que era para ser inédito, acaba sendo algo corriqueiro. Todos os meios informam sobre o assunto e sempre vemos a velha história com um fio de esperança para ser resolvido. Por que tanta enrolação para resolver este problema? Analisando o jornal DFTV percebe-se a realidade que muitos passam na Fácil-DF. De um lado o governo diz que não tem mais verba e de outro, famílias desesperadas tentam manter seus filhos na escola. Com um sistema ineficaz o governo tenta reverter a situação, as verbas que seriam destinadas as obras estavam sendo desviadas para o passe.







Já que o governo liberou o passe livre que está causando tanta confusão hoje, eles bem que poderiam ter elaborado um projeto que prevê-se esses transtornos, pois é como as pessoas dizem “ é melhor deixar como estava antes, ao menos não haviam filas, brigas e sempre havia dinheiro”.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

As Mulheres invadem a política

Atualmente a mulher tem ocupado grandes cargos no mercado de trabalho, e mais recentemente no meio político. Contudo, o preconceito ainda as impede de conquistar espaços na sociedade, que grande parte da população considera ao sexo masculino.
“Quando em cargos superiores as mulheres não podem errar, pois caso isso ocorra elas serão seriamente criticadas, mas do que já são. Esta é a famosa ditadura da perfeição, no qual a mulher não pode errar”, disse a deputada distrital Erika Kokay (PT), uma das três mulheres na Câmara Legislativa. Ela ainda afirma que entrou na política para tentar “mudar o Brasil”, mas que o preconceito ainda é um empecilho para esta conquista. Para o deputado distrital Paulo Tadeu (PT), “faltam mulheres no PT, sendo que as vagas destinadas a estas, não são preenchidas, certamente por fatores históricos e culturais que as mulheres têm sofrido desde a antiguidade. Mas é primordial para uma sociedade mais igualitária, que as mulheres se candidatem na política e nos vários meios profissionais”, afirmou. Já a aposentada Santana Teodoro, discorda ela acha que “a mulher não deve mexer com política, pois, isso é coisa de homem”.
Segundo o professor e jornalista Fernando Braga: “As mulheres estão aos poucos conquistando o seu espaço na área profissional, isso é fato. Porém, ainda existe muito preconceito, elas são consideradas o “sexo frágil”. É necessário que essa realidade preconceituosa mude, a começar pela juventude que precisa entender que as mulheres podem ocupar o cargo que almejarem. Sendo que homens e mulheres têm a mesma capacidade nas várias áreas sociais”.

2 comentários:

Débora Castro disse...

òtimo texto... reveja a importância dos depoimentos e encurte o texto...

Destaque disse...

A mulher tem um certo poder eleitoral. É bem mais confiável em relação ao homem seguindo os conceitos da cultura moderna. Ficou legal.