FÁCIL, AONDE?



Editorial


A fácil está cada vez mais difícil isto é o que todos já sabem. O assunto corre como tantos outros e aquilo que era para ser inédito, acaba sendo algo corriqueiro. Todos os meios informam sobre o assunto e sempre vemos a velha história com um fio de esperança para ser resolvido. Por que tanta enrolação para resolver este problema? Analisando o jornal DFTV percebe-se a realidade que muitos passam na Fácil-DF. De um lado o governo diz que não tem mais verba e de outro, famílias desesperadas tentam manter seus filhos na escola. Com um sistema ineficaz o governo tenta reverter a situação, as verbas que seriam destinadas as obras estavam sendo desviadas para o passe.







Já que o governo liberou o passe livre que está causando tanta confusão hoje, eles bem que poderiam ter elaborado um projeto que prevê-se esses transtornos, pois é como as pessoas dizem “ é melhor deixar como estava antes, ao menos não haviam filas, brigas e sempre havia dinheiro”.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

Saúde pública no DF está com uma doença grave

Ausência de médicos, enfermeiros, remédios de alto custo, roupas de cama, camisolas, e outros matérias já não é mais novidade no Distrito Federal. Há muitos anos, a situação dos hospitais públicos é um caso crítico na sociedade. Os pacientes do Hospital de Base e Hospital Regional da Asa Norte reclamam muito da demora do atendimento e do despreparo de alguns funcionários. Neste mês estão previstos 300 milhões de investimento pelo GDF, mas ainda não foram repassadas as unidades hospitalares.
O deputado Paulo Tadeu (PT) aponta que a causa de todo esse transtorno deve à falta de priorização governamental. “Ao invés de investir milhões para a melhora de hospitais, os parlamentares preferem gastar em obras, viadutos, shows e grandes construções. Se não houver uma reestruturação na política, tanto a saúde pública quanto á privada entrará em colapso”, declara. Ele também aponta o erro da parte dos eleitores que votam nestas pessoas pelo interesse pessoal e pouco se preocupam com a necessidade dos cidadãos.
“A superlotação dos hospitais públicos é uma realidade nacional, e não apenas local. Houve maior crescimento demográfico, do que investimentos no setor. Essa questão está atrelada às Políticas Públicas de Saúde.” Afirma a Dra. Fábia Gabriela, da Secretaria de Saúde/ DF.
De acordo com Reinaldo Freire, enfermeiro do setor de hematologia do Hospital de Base. “tudo está relacionado ao funcionalismo, faltam medicamentos e até mesmo a chefe de enfermagem desembolsa remédios todo mês.” Ele elogia a equipe de enfermagem e médica e a forma que os pacientes são atendidos no ambulatório.
Outros pacientes chegam a esperar o dia todo nos prontos socorros. Foi o caso da estudante de administração de empresas, Bruna Rosane, de 17 anos, que esperava desde às 9h da manhã, no Hospital Regional da Asa Norte, por causa de uma consulta para a sua amiga Bárbara Cruz, que sofre de febre e dores fortes de cabeça. “Tive que comprar remédios para ela, pois aqui não tinha um remédio sequer”, atiça.

2 comentários:

Débora Castro disse...

300 milhões de q ? dolares, reais, libras?!

Qts pessoas precisam de atendimento? qts hospitais existem... como vai ser dividio o investimento... a pauta da matéria está mt solta...

Destaque disse...

Gostei da ironia no título. A saúde doente é legal.