A Ausência de médicos, enfermeiros, remédios de alto custo, roupas de cama, camisolas, e outros matérias já não são mais novidades nos hospitais públicos do Distrito Federal. São ao total 14 unidades. Há anos, a situação dos hospitais públicos é um caso crítico na sociedade. Os pacientes do Hospital de Base e Hospital Regional da Asa Norte reclamam muito da demora do atendimento e do despreparo de alguns funcionários. Neste mês estão previstos pelo GDF investimentos de 300 milhões de reais, mas ainda não foram repassadas as unidades hospitalares. Pois estão sendo avaliados pela Procuradoria Geral da União, por enquanto o dinheiro está retido no banco de brasília (BRB).
O deputado Paulo Tadeu (PT) aponta que a causa de todo esse transtorno deve à falta de priorização governamental. “Ao invés de investir milhões para a melhora de hospitais, os parlamentares preferem gastar em obras, viadutos, shows e grandes construções. Se não houver uma reestruturação na política, tanto a saúde pública quanto á privada entrará em colapso”, declara. Ele também aponta o erro da parte dos eleitores que votam nestas pessoas pelo interesse pessoal e pouco se preocupam com a necessidade dos cidadãos.
“A superlotação dos hospitais públicos é uma realidade nacional, e não apenas local. Houve maior crescimento demográfico, do que investimentos no setor. Essa questão está atrelada às Políticas Públicas de Saúde.” Afirma a Dra. Fábia Gabriela, da Secretaria de Saúde/ DF.
De acordo com um dos enfermeiros do setor de hematologia do Hospital de Base. “tudo está relacionado ao funcionalismo, faltam medicamentos e até mesmo a chefe de enfermagem desembolsa remédios todos os meses.” Ele elogia a equipe de enfermagem e médica e a forma que os pacientes são atendidos no ambulatório.
Outros pacientes chegam a esperar o dia todo nos prontos socorros. Foi o caso da estudante de administração de empresas, Bruna Rosane, de 17 anos, que acompanhava desde às 9h da manhã, sua amiga Bárbara Cruz,na fila de emergência do Hospital Regional da Asa Sul que sofre de febre e dores fortes de cabeça. “Tive que comprar remédios para ela, pois aqui não tinha um remédio sequer”, atiça.
O deputado Paulo Tadeu (PT) aponta que a causa de todo esse transtorno deve à falta de priorização governamental. “Ao invés de investir milhões para a melhora de hospitais, os parlamentares preferem gastar em obras, viadutos, shows e grandes construções. Se não houver uma reestruturação na política, tanto a saúde pública quanto á privada entrará em colapso”, declara. Ele também aponta o erro da parte dos eleitores que votam nestas pessoas pelo interesse pessoal e pouco se preocupam com a necessidade dos cidadãos.
“A superlotação dos hospitais públicos é uma realidade nacional, e não apenas local. Houve maior crescimento demográfico, do que investimentos no setor. Essa questão está atrelada às Políticas Públicas de Saúde.” Afirma a Dra. Fábia Gabriela, da Secretaria de Saúde/ DF.
De acordo com um dos enfermeiros do setor de hematologia do Hospital de Base. “tudo está relacionado ao funcionalismo, faltam medicamentos e até mesmo a chefe de enfermagem desembolsa remédios todos os meses.” Ele elogia a equipe de enfermagem e médica e a forma que os pacientes são atendidos no ambulatório.
Outros pacientes chegam a esperar o dia todo nos prontos socorros. Foi o caso da estudante de administração de empresas, Bruna Rosane, de 17 anos, que acompanhava desde às 9h da manhã, sua amiga Bárbara Cruz,na fila de emergência do Hospital Regional da Asa Sul que sofre de febre e dores fortes de cabeça. “Tive que comprar remédios para ela, pois aqui não tinha um remédio sequer”, atiça.
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1 comentários:
Fico doente só de pensar na saúde...
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