FÁCIL, AONDE?



Editorial


A fácil está cada vez mais difícil isto é o que todos já sabem. O assunto corre como tantos outros e aquilo que era para ser inédito, acaba sendo algo corriqueiro. Todos os meios informam sobre o assunto e sempre vemos a velha história com um fio de esperança para ser resolvido. Por que tanta enrolação para resolver este problema? Analisando o jornal DFTV percebe-se a realidade que muitos passam na Fácil-DF. De um lado o governo diz que não tem mais verba e de outro, famílias desesperadas tentam manter seus filhos na escola. Com um sistema ineficaz o governo tenta reverter a situação, as verbas que seriam destinadas as obras estavam sendo desviadas para o passe.







Já que o governo liberou o passe livre que está causando tanta confusão hoje, eles bem que poderiam ter elaborado um projeto que prevê-se esses transtornos, pois é como as pessoas dizem “ é melhor deixar como estava antes, ao menos não haviam filas, brigas e sempre havia dinheiro”.



quinta-feira, 27 de maio de 2010

Saúde Pública é doença grave no df

A Ausência de médicos, enfermeiros, remédios de alto custo, roupas de cama, camisolas, e outros matérias já não são mais novidades nos hospitais públicos do Distrito Federal. São ao total 14 unidades. Há anos, a situação dos hospitais públicos é um caso crítico na sociedade. Os pacientes do Hospital de Base e Hospital Regional da Asa Norte reclamam muito da demora do atendimento e do despreparo de alguns funcionários. Neste mês estão previstos pelo GDF investimentos de 300 milhões de reais, mas ainda não foram repassadas as unidades hospitalares. Pois estão sendo avaliados pela Procuradoria Geral da União, por enquanto o dinheiro está retido no banco de brasília (BRB).
O deputado Paulo Tadeu (PT) aponta que a causa de todo esse transtorno deve à falta de priorização governamental. “Ao invés de investir milhões para a melhora de hospitais, os parlamentares preferem gastar em obras, viadutos, shows e grandes construções. Se não houver uma reestruturação na política, tanto a saúde pública quanto á privada entrará em colapso”, declara. Ele também aponta o erro da parte dos eleitores que votam nestas pessoas pelo interesse pessoal e pouco se preocupam com a necessidade dos cidadãos.
“A superlotação dos hospitais públicos é uma realidade nacional, e não apenas local. Houve maior crescimento demográfico, do que investimentos no setor. Essa questão está atrelada às Políticas Públicas de Saúde.” Afirma a Dra. Fábia Gabriela, da Secretaria de Saúde/ DF.
De acordo com um dos enfermeiros do setor de hematologia do Hospital de Base. “tudo está relacionado ao funcionalismo, faltam medicamentos e até mesmo a chefe de enfermagem desembolsa remédios todos os meses.” Ele elogia a equipe de enfermagem e médica e a forma que os pacientes são atendidos no ambulatório.
Outros pacientes chegam a esperar o dia todo nos prontos socorros. Foi o caso da estudante de administração de empresas, Bruna Rosane, de 17 anos, que acompanhava desde às 9h da manhã, sua amiga Bárbara Cruz,na fila de emergência do Hospital Regional da Asa Sul que sofre de febre e dores fortes de cabeça. “Tive que comprar remédios para ela, pois aqui não tinha um remédio sequer”, atiça.










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1 comentários:

Destaque disse...

Fico doente só de pensar na saúde...