FÁCIL, AONDE?
Editorial
A fácil está cada vez mais difícil isto é o que todos já sabem. O assunto corre como tantos outros e aquilo que era para ser inédito, acaba sendo algo corriqueiro. Todos os meios informam sobre o assunto e sempre vemos a velha história com um fio de esperança para ser resolvido. Por que tanta enrolação para resolver este problema? Analisando o jornal DFTV percebe-se a realidade que muitos passam na Fácil-DF. De um lado o governo diz que não tem mais verba e de outro, famílias desesperadas tentam manter seus filhos na escola. Com um sistema ineficaz o governo tenta reverter a situação, as verbas que seriam destinadas as obras estavam sendo desviadas para o passe.
Já que o governo liberou o passe livre que está causando tanta confusão hoje, eles bem que poderiam ter elaborado um projeto que prevê-se esses transtornos, pois é como as pessoas dizem “ é melhor deixar como estava antes, ao menos não haviam filas, brigas e sempre havia dinheiro”.
Editorial
A fácil está cada vez mais difícil isto é o que todos já sabem. O assunto corre como tantos outros e aquilo que era para ser inédito, acaba sendo algo corriqueiro. Todos os meios informam sobre o assunto e sempre vemos a velha história com um fio de esperança para ser resolvido. Por que tanta enrolação para resolver este problema? Analisando o jornal DFTV percebe-se a realidade que muitos passam na Fácil-DF. De um lado o governo diz que não tem mais verba e de outro, famílias desesperadas tentam manter seus filhos na escola. Com um sistema ineficaz o governo tenta reverter a situação, as verbas que seriam destinadas as obras estavam sendo desviadas para o passe.
Já que o governo liberou o passe livre que está causando tanta confusão hoje, eles bem que poderiam ter elaborado um projeto que prevê-se esses transtornos, pois é como as pessoas dizem “ é melhor deixar como estava antes, ao menos não haviam filas, brigas e sempre havia dinheiro”.
terça-feira, 6 de julho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Política: Esperança consciente
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"Se pararmos para analisar bem, não existe política atualmente, o que existe é uma troca de favores, as pessoas não estão se mantendo naquilo que é o padrão da política". Gleysson Maxwell
Todos nós estamos cansados de ver em televisões, rádios, jornais, escândalos que mancham a reputação de políticos que tentam enganar o povo. Muitos, em nome de Deus usam a política para se favorecer, mas será que mesmo assim, nas mãos de líderes religiosos existe esperança para o povo ou podem correr o risco de se corromper no poder?
Segundo Lucas Cunha, bispo da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Deus tem pesado a mão naquilo que está errado, pessoas tem caído e Deus quer levantar uma nova nação. "Eu sei e compreendo que o sistema é muito corrupto e corrompido, mas eu creio em milagres, e creio que isso pode mudar" diz.
Já para o pastor David Milhomem, da Igreja de Deus do Brasil diz: " Tenho uma convicção clara de que a política ou qualquer outra instituição não corrompe, mas revela o caráter de quem nela se envolve. Servos de Deus como : O profeta Daniel, Isaías, José no Egito, Ester em Susan e outros fizeram política sem se corromperem" afirma.
Rafaela Mendes, 20, estudante, ver líderes religiosos na política só acontece em época de eleição e para ela "corrupção é você pegar um lápis no chão que não é seu e colocar dentro da bolsa. No dicionário fala que corrupção é um ato ilícito. Então se formos ver todo mundo aqui é corrupto. Então para a gente mudar a corrupção dentro da política precisamos mudar dentro da nossa casa. Mudar os nossos atos. Porque só assim conseguiremos mudar o país e todo tipo de corrupção que tem" declara.
Tanto sabemos de situações que mostraram que a política nas mãos do povo com relação a uma religião destruiu vidas. Um exemplo disso foi o período que a Igreja Católica dominava o Estado. A opinião de muitos é que fizeram isto porque se corromperam com o poder que existia, como é o caso de Marilene Maria, dona de casa, 47, Católica " A minha religião eu não troco por nada, aquilo que aconteceu foi fonte da dominação de homens que querem ser mais do que Deus. Não podemos culpar Deus pelas nossas falhas e falta de administração".
A Deputada Eliana Pedrosa contribui “ A política é um exercício diário e de todos. Embora não as denominemos como políticas, as discussões, argumentações e decisões que fazemos e tomamos no dia-a-dia do lar, do trabalho, do convívio com amigos, da igreja são todas políticas, pois é a partir delas que podemos ou não viver melhor. Portanto a política faz parte de nossa vida. As lideranças religiosas podem fazer parte da política sim, já o risco de se corromper vai depender do caráter e da formação daquele líder, seja ele religioso ou não”.
Como Gleysson Maxwell, 29, técnico de informárica diz: "Se pararmos para analisar bem, não existe política atualmente, o que existe é uma troca de favores, as pessoas não estão se mantendo naquilo que é o padrão da política". O caráter, a reputação daquele político valerá mais que uma cena de teatro político que vemos na televisão. O que precisamos é de justiça e não de corrupção quer seja na política ou na religião" ,denuncia.
Tanto sabemos de situações que mostraram que a política nas mãos do povo com relação a uma religião destruiu vidas. Um exemplo disso foi o período que a Igreja Católica dominava o Estado. A opinião de muitos é que fizeram isto porque se corromperam com o poder que existia, como é o caso de Marilene Maria, dona de casa, 47, Católica " A minha religião eu não troco por nada, aquilo que aconteceu foi fonte da dominação de homens que querem ser mais do que Deus. Não podemos culpar Deus pelas nossas falhas e falta de administração".
A Deputada Eliana Pedrosa contribui “ A política é um exercício diário e de todos. Embora não as denominemos como políticas, as discussões, argumentações e decisões que fazemos e tomamos no dia-a-dia do lar, do trabalho, do convívio com amigos, da igreja são todas políticas, pois é a partir delas que podemos ou não viver melhor. Portanto a política faz parte de nossa vida. As lideranças religiosas podem fazer parte da política sim, já o risco de se corromper vai depender do caráter e da formação daquele líder, seja ele religioso ou não”.
Como Gleysson Maxwell, 29, técnico de informárica diz: "Se pararmos para analisar bem, não existe política atualmente, o que existe é uma troca de favores, as pessoas não estão se mantendo naquilo que é o padrão da política". O caráter, a reputação daquele político valerá mais que uma cena de teatro político que vemos na televisão. O que precisamos é de justiça e não de corrupção quer seja na política ou na religião" ,denuncia.
Foto: www.estadao.com.br
ENDEREÇO DO MP3" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"> Saúde Pública é doença grave no df
A Ausência de médicos, enfermeiros, remédios de alto custo, roupas de cama, camisolas, e outros matérias já não são mais novidades nos hospitais públicos do Distrito Federal. São ao total 14 unidades. Há anos, a situação dos hospitais públicos é um caso crítico na sociedade. Os pacientes do Hospital de Base e Hospital Regional da Asa Norte reclamam muito da demora do atendimento e do despreparo de alguns funcionários. Neste mês estão previstos pelo GDF investimentos de 300 milhões de reais, mas ainda não foram repassadas as unidades hospitalares. Pois estão sendo avaliados pela Procuradoria Geral da União, por enquanto o dinheiro está retido no banco de brasília (BRB).
O deputado Paulo Tadeu (PT) aponta que a causa de todo esse transtorno deve à falta de priorização governamental. “Ao invés de investir milhões para a melhora de hospitais, os parlamentares preferem gastar em obras, viadutos, shows e grandes construções. Se não houver uma reestruturação na política, tanto a saúde pública quanto á privada entrará em colapso”, declara. Ele também aponta o erro da parte dos eleitores que votam nestas pessoas pelo interesse pessoal e pouco se preocupam com a necessidade dos cidadãos.
“A superlotação dos hospitais públicos é uma realidade nacional, e não apenas local. Houve maior crescimento demográfico, do que investimentos no setor. Essa questão está atrelada às Políticas Públicas de Saúde.” Afirma a Dra. Fábia Gabriela, da Secretaria de Saúde/ DF.
De acordo com um dos enfermeiros do setor de hematologia do Hospital de Base. “tudo está relacionado ao funcionalismo, faltam medicamentos e até mesmo a chefe de enfermagem desembolsa remédios todos os meses.” Ele elogia a equipe de enfermagem e médica e a forma que os pacientes são atendidos no ambulatório.
Outros pacientes chegam a esperar o dia todo nos prontos socorros. Foi o caso da estudante de administração de empresas, Bruna Rosane, de 17 anos, que acompanhava desde às 9h da manhã, sua amiga Bárbara Cruz,na fila de emergência do Hospital Regional da Asa Sul que sofre de febre e dores fortes de cabeça. “Tive que comprar remédios para ela, pois aqui não tinha um remédio sequer”, atiça.
O deputado Paulo Tadeu (PT) aponta que a causa de todo esse transtorno deve à falta de priorização governamental. “Ao invés de investir milhões para a melhora de hospitais, os parlamentares preferem gastar em obras, viadutos, shows e grandes construções. Se não houver uma reestruturação na política, tanto a saúde pública quanto á privada entrará em colapso”, declara. Ele também aponta o erro da parte dos eleitores que votam nestas pessoas pelo interesse pessoal e pouco se preocupam com a necessidade dos cidadãos.
“A superlotação dos hospitais públicos é uma realidade nacional, e não apenas local. Houve maior crescimento demográfico, do que investimentos no setor. Essa questão está atrelada às Políticas Públicas de Saúde.” Afirma a Dra. Fábia Gabriela, da Secretaria de Saúde/ DF.
De acordo com um dos enfermeiros do setor de hematologia do Hospital de Base. “tudo está relacionado ao funcionalismo, faltam medicamentos e até mesmo a chefe de enfermagem desembolsa remédios todos os meses.” Ele elogia a equipe de enfermagem e médica e a forma que os pacientes são atendidos no ambulatório.
Outros pacientes chegam a esperar o dia todo nos prontos socorros. Foi o caso da estudante de administração de empresas, Bruna Rosane, de 17 anos, que acompanhava desde às 9h da manhã, sua amiga Bárbara Cruz,na fila de emergência do Hospital Regional da Asa Sul que sofre de febre e dores fortes de cabeça. “Tive que comprar remédios para ela, pois aqui não tinha um remédio sequer”, atiça.
http://www.megaupload.com/?d=1F0GC36K" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"> Semana de Pentecostes necessita de patrocinadores

A décima edição da semana de Pentecostes que ocorreu no parque Leão, reuniu nos últimos dias 1 milhão de fiéis da igreja católica.
Uma grande estrutura foi montada para a realização do evento que conta com o ofertório dos participantes, vendas de cd’s e camisetas do evento.
“A semana de Pentecostes tráz paz e aumenta a fé de muita gente, saí de casa às 3 três horas da tarde para conseguir um bom lugar, é difícil chegar ao parque leão, já que moro em Planaltina, mas o esforço vale a pena” diz Grace Kelly pontes de 31 anos.
O grande realizador da semana de Pentecostes é o padre Moacir Anastácio que começou o evento com a participação de apenas trezentas pessoas, ele diz estar feliz com o aumento dos fiéis participantes, só lamenta não ter um lugar maior para abrigar à todos, pois conta apenas com à ajuda dos próprios fiéis e de poucos patrocinadores.
Uma grande estrutura foi montada para a realização do evento que conta com o ofertório dos participantes, vendas de cd’s e camisetas do evento.
“A semana de Pentecostes tráz paz e aumenta a fé de muita gente, saí de casa às 3 três horas da tarde para conseguir um bom lugar, é difícil chegar ao parque leão, já que moro em Planaltina, mas o esforço vale a pena” diz Grace Kelly pontes de 31 anos.
O grande realizador da semana de Pentecostes é o padre Moacir Anastácio que começou o evento com a participação de apenas trezentas pessoas, ele diz estar feliz com o aumento dos fiéis participantes, só lamenta não ter um lugar maior para abrigar à todos, pois conta apenas com à ajuda dos próprios fiéis e de poucos patrocinadores.
A indiferença jovem na política
Sinceramente, não compreendo o comportamento da nova geração de hoje em relação ao voto e à política. Não leem, não ouvem e não assistem uma notícia sequer a respeito do assunto. Só se interessam em votar no candidato 'x' porque é o escolhido pelos pais. A grande maioria da adolescência não sabe criticar e nem apontar os pontos fracos e fortes do governo brasileiro. Afinal, não devem nem saber quem exerce o papel de quê no país.
Geralmente vêm com aquela hipótese clichê, dizendo: "política é tudo igual, só tem cachorro e ladrão, é chato e coisa de gente velha", o que é deplorável. No máximo, são totalmente influenciáveis pelos meios publicitários persuasivos (o único material que não tratam com indiferença) e deixam-se levar por toda aquela performance bem elaborada do teatro político. Ficam sabendo dos fatos porque o cara sentado do seu lado do ônibus falou, por exemplo. Acham que política só se resume a escândalos e a Congresso Nacional (o famoso 'prato-pra-cima’ e ‘prato-pra-baixo’). Dou razão às classes C e D, por não possuírem instrução para acompanhar ou entender a linguagem política por mais clara que seja, mas não é justificativa para as demais classes sociais que, ao menos têm acesso, pouco interesse e nenhuma visão crítica.
A história de "não vou votar em fulano-de-tal, porque ele rouba, os eleitores têm a síndrome do dedo-podre", é o ponto principal do meu pensamento contrário na questão da formação do futuro cidadão. Apesar de sido aprovado o projeto Ficha Limpa, no Congresso Nacional, há dias atrás, se eu for contar nos dedos de uma mão quantas pessoas têm a ficha limpa, ainda sobrará dedo. A população jovem atual não quer ter muito trabalho para pesquisar e interpretar as propostas de cada candidato, não é à toa que os piores deputados são eleitos nesta localidade.
O pensamento negativo redundante é outro fator. Ressaltam que nada pode ser feito, o Brasil vai continuar a mesma porcaria de sempre sem fazerem o mínimo esforço. Estudo jornalismo, tive a cadeira de Política e Economia e já participei de debates na qual houve gente que cometeu gafes, afirmando coisas absurdas, com opiniões imaturas.
É isso que é a juventude, um conjunto de cabeças alienadas e de braços cruzados, esperando que o outro "capaz" faça por ele. Imaginam que lutar pelo bem público é sair de casa, ir manifestar na Esplanada dos Ministérios, levarem gás lacrimogêneo na cara e apanhar de policiais. Isso não basta. O voto que pode fazer a diferença. Provavelmente vai continuar assim, já que a preguiça de pensar é exacerbada.
Geralmente vêm com aquela hipótese clichê, dizendo: "política é tudo igual, só tem cachorro e ladrão, é chato e coisa de gente velha", o que é deplorável. No máximo, são totalmente influenciáveis pelos meios publicitários persuasivos (o único material que não tratam com indiferença) e deixam-se levar por toda aquela performance bem elaborada do teatro político. Ficam sabendo dos fatos porque o cara sentado do seu lado do ônibus falou, por exemplo. Acham que política só se resume a escândalos e a Congresso Nacional (o famoso 'prato-pra-cima’ e ‘prato-pra-baixo’). Dou razão às classes C e D, por não possuírem instrução para acompanhar ou entender a linguagem política por mais clara que seja, mas não é justificativa para as demais classes sociais que, ao menos têm acesso, pouco interesse e nenhuma visão crítica.
A história de "não vou votar em fulano-de-tal, porque ele rouba, os eleitores têm a síndrome do dedo-podre", é o ponto principal do meu pensamento contrário na questão da formação do futuro cidadão. Apesar de sido aprovado o projeto Ficha Limpa, no Congresso Nacional, há dias atrás, se eu for contar nos dedos de uma mão quantas pessoas têm a ficha limpa, ainda sobrará dedo. A população jovem atual não quer ter muito trabalho para pesquisar e interpretar as propostas de cada candidato, não é à toa que os piores deputados são eleitos nesta localidade.
O pensamento negativo redundante é outro fator. Ressaltam que nada pode ser feito, o Brasil vai continuar a mesma porcaria de sempre sem fazerem o mínimo esforço. Estudo jornalismo, tive a cadeira de Política e Economia e já participei de debates na qual houve gente que cometeu gafes, afirmando coisas absurdas, com opiniões imaturas.
É isso que é a juventude, um conjunto de cabeças alienadas e de braços cruzados, esperando que o outro "capaz" faça por ele. Imaginam que lutar pelo bem público é sair de casa, ir manifestar na Esplanada dos Ministérios, levarem gás lacrimogêneo na cara e apanhar de policiais. Isso não basta. O voto que pode fazer a diferença. Provavelmente vai continuar assim, já que a preguiça de pensar é exacerbada.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
As Mulheres invadem a política
Atualmente a mulher tem ocupado grandes cargos no mercado de trabalho, e mais recentemente no meio político. Contudo, o preconceito ainda as impede de conquistar espaços na sociedade, que grande parte da população considera ao sexo masculino.
“Quando em cargos superiores as mulheres não podem errar, pois caso isso ocorra elas serão seriamente criticadas, mas do que já são. Esta é a famosa ditadura da perfeição, no qual a mulher não pode errar”, disse a deputada distrital Erika Kokay (PT), uma das três mulheres na Câmara Legislativa. Ela ainda afirma que entrou na política para tentar “mudar o Brasil”, mas que o preconceito ainda é um empecilho para esta conquista. Para o deputado distrital Paulo Tadeu (PT), “faltam mulheres no PT, sendo que as vagas destinadas a estas, não são preenchidas, certamente por fatores históricos e culturais que as mulheres têm sofrido desde a antiguidade. Mas é primordial para uma sociedade mais igualitária, que as mulheres se candidatem na política e nos vários meios profissionais”, afirmou. Já a aposentada Santana Teodoro, discorda ela acha que “a mulher não deve mexer com política, pois, isso é coisa de homem”.
Segundo o professor e jornalista Fernando Braga: “As mulheres estão aos poucos conquistando o seu espaço na área profissional, isso é fato. Porém, ainda existe muito preconceito, elas são consideradas o “sexo frágil”. É necessário que essa realidade preconceituosa mude, a começar pela juventude que precisa entender que as mulheres podem ocupar o cargo que almejarem. Sendo que homens e mulheres têm a mesma capacidade nas várias áreas sociais”.
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Wéllida Resende e Luciana Feitoza