FÁCIL, AONDE?



Editorial


A fácil está cada vez mais difícil isto é o que todos já sabem. O assunto corre como tantos outros e aquilo que era para ser inédito, acaba sendo algo corriqueiro. Todos os meios informam sobre o assunto e sempre vemos a velha história com um fio de esperança para ser resolvido. Por que tanta enrolação para resolver este problema? Analisando o jornal DFTV percebe-se a realidade que muitos passam na Fácil-DF. De um lado o governo diz que não tem mais verba e de outro, famílias desesperadas tentam manter seus filhos na escola. Com um sistema ineficaz o governo tenta reverter a situação, as verbas que seriam destinadas as obras estavam sendo desviadas para o passe.







Já que o governo liberou o passe livre que está causando tanta confusão hoje, eles bem que poderiam ter elaborado um projeto que prevê-se esses transtornos, pois é como as pessoas dizem “ é melhor deixar como estava antes, ao menos não haviam filas, brigas e sempre havia dinheiro”.



quinta-feira, 27 de maio de 2010

A indiferença jovem na política

Sinceramente, não compreendo o comportamento da nova geração de hoje em relação ao voto e à política. Não leem, não ouvem e não assistem uma notícia sequer a respeito do assunto. Só se interessam em votar no candidato 'x' porque é o escolhido pelos pais. A grande maioria da adolescência não sabe criticar e nem apontar os pontos fracos e fortes do governo brasileiro. Afinal, não devem nem saber quem exerce o papel de quê no país.
Geralmente vêm com aquela hipótese clichê, dizendo: "política é tudo igual, só tem cachorro e ladrão, é chato e coisa de gente velha", o que é deplorável. No máximo, são totalmente influenciáveis pelos meios publicitários persuasivos (o único material que não tratam com indiferença) e deixam-se levar por toda aquela performance bem elaborada do teatro político. Ficam sabendo dos fatos porque o cara sentado do seu lado do ônibus falou, por exemplo. Acham que política só se resume a escândalos e a Congresso Nacional (o famoso 'prato-pra-cima’ e ‘prato-pra-baixo’). Dou razão às classes C e D, por não possuírem instrução para acompanhar ou entender a linguagem política por mais clara que seja, mas não é justificativa para as demais classes sociais que, ao menos têm acesso, pouco interesse e nenhuma visão crítica.

A história de "não vou votar em fulano-de-tal, porque ele rouba, os eleitores têm a síndrome do dedo-podre", é o ponto principal do meu pensamento contrário na questão da formação do futuro cidadão. Apesar de sido aprovado o projeto Ficha Limpa, no Congresso Nacional, há dias atrás, se eu for contar nos dedos de uma mão quantas pessoas têm a ficha limpa, ainda sobrará dedo. A população jovem atual não quer ter muito trabalho para pesquisar e interpretar as propostas de cada candidato, não é à toa que os piores deputados são eleitos nesta localidade.
O pensamento negativo redundante é outro fator. Ressaltam que nada pode ser feito, o Brasil vai continuar a mesma porcaria de sempre sem fazerem o mínimo esforço. Estudo jornalismo, tive a cadeira de Política e Economia e já participei de debates na qual houve gente que cometeu gafes, afirmando coisas absurdas, com opiniões imaturas.
É isso que é a juventude, um conjunto de cabeças alienadas e de braços cruzados, esperando que o outro "capaz" faça por ele. Imaginam que lutar pelo bem público é sair de casa, ir manifestar na Esplanada dos Ministérios, levarem gás lacrimogêneo na cara e apanhar de policiais. Isso não basta. O voto que pode fazer a diferença. Provavelmente vai continuar assim, já que a preguiça de pensar é exacerbada.

2 comentários:

Débora Castro disse...

Bom texto... Reveja a separação dos parágrafos e espaçamento... Parabéns

Destaque disse...

A professora já disse tudo. O texto demonstra bem a sua opinião.